segunda-feira, 26/10/2026

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MP conclui que não houve irregularidades no transporte público de Feira de Santana durante as eleições

Durante o segundo turno das eleições em Feira de Santana, a fiscalização do Ministério Público da Bahia (MPBA) não encontrou irregularidades no transporte público, desmentindo denúncias do Partido dos Trabalhadores (PT) sobre ônibus parados…

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Durante o segundo turno das eleições em Feira de Santana, a fiscalização do Ministério Público da Bahia (MPBA) não encontrou irregularidades no transporte público, desmentindo denúncias do Partido dos Trabalhadores (PT) sobre ônibus parados na garagem da empresa São João. O promotor de Justiça Audo da Silva Rodrigues destacou que uma equipe esteve presente no local e confirmou a operação normal dos veículos.

O MPBA decidiu agir após a reclamação do PT, que alegou que ônibus estavam ociosos durante a operação especial de transporte gratuito para os eleitores. A Prefeitura, por sua vez, informou que o Sistema Integrado de Transporte (SIT) estava funcionando com 149 ônibus, sendo 73 da Rosa e 76 da São João, além de 16 veículos reservas prontos para atender à demanda.

Em uma entrevista à TV Subaé, Audo Rodrigues explicou que a Justiça Eleitoral já havia feito inspeções nas garagens antes mesmo de qualquer reclamação formal. O promotor reforçou que a fiscalização foi documentada e que a saída dos ônibus para a operação estava comprovada por documentos, fotos e vídeos.

Sobre contratempos, Rodrigues mencionou que o órgão recebeu apenas duas queixas durante o dia, sendo que uma delas, proveniente do distrito de Jaguara, foi prontamente resolvida com a substituição de um ônibus que apresentou problemas mecânicos.

Em resposta às denúncias, o presidente do diretório municipal do PT, Adriano Costa, disse que sua equipe foi até a garagem da São João e encontrou ônibus estacionados. O secretário de Mobilidade Urbana, Rodolfo Suzarte, esclareceu que esses veículos eram reservas e que toda a frota programada para a operação estava ativa. Ele garantiu que a oferta de transporte era equivalente à de dias normais, abrangendo tanto a área urbana quanto a rural.

Além disso, o TRE-BA tinha à disposição mais 83 veículos operando gratuitamente para atender os povoados da zona rural. Suzarte ainda explicou que a escala de operação dos ônibus é organizada, com horários específicos para cada veículo, e que algumas das imagens registradas na garagem mostravam ônibus que não estavam mais em operação.

Este episódio levanta questões sobre a transparência e a eficiência do transporte público em períodos críticos como as eleições, mas, por enquanto, as autoridades locais reafirmam que tudo ocorreu dentro da normalidade.

Crédito da imagem: Redes Sociais